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A validade dos preprints como forma de comunicação científica.






Sempre que menciono preprints no grupo da CAPES (Oficial), muitas pessoas respondem irritadas de que preprints não são publicações, mesmo quando não é essa a questão que levantei. O nome virou cruz para vampiros, PF para políticos. Uma pessoa recentemente chamou de desonesto mencionar preprints no Lattes. O Lattes tem uma sessão para outras formas de publicação, onde se enquadra os preprints.




Seriam os preprints publicações científicas?


Preprints são publicações científicas! 👌😍


Vamos usar a definição de Gastel do livro How to write and publish a scientific paper. Somente por curiosidade, o livro fala de preprints como uma tendência moderna.


Uma publicação científica precisa:



sufficient information must be presented so that potential users of the data can (1) assess observations, (2) repeat experiments, and (3) evaluate intellectual processes.

Em adição, precisa ser permanente. Preprints tem DOI.


Preprints possuem todos esses atributos.


O que é mais cruel nesse sistema onde publicação científica virou sinônimo de publicação por pares, as únicas que valem: mesmo que publique em uma revista por pares, sua publicação não é publicação se não for em um pequeno número de revistas consideradas válidas. As plataformas de preprints marcam seus artigos como preprints, e colocam notas dizem que não são publicações por pares.






Acho que isso surgiu devido à cultura das métricas. Jovens pesquisadores são colocados contra a parede: existe somente uma forma de fazer ciência, e essa é a forma, dizem as autoridades como Capes Qualis e o famoso IF.





Durante a pandemia de COVID, os preprints foram cruciais, contudo, eles já veem sendo usados há tempos na ciência da computação. Uma das maiores plataformas de preprints é o ArXiv, focado em matemática e ciência da computação. A Google basicamente somente cita preprints. O tempo e custos para publicar uma publicação por pares é realmente grande. Quando uma pessoa faz uma reflexão honesta, fica difícil justificar tantos problemas que o processo de revisão por pares criou. Publicações por pares somente conseguem dominar porque as revistas ganham com isso: isso permite como exemplo que cobrem 2.000 dólares por somente uma publicação, e achei quem pague.



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